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Blog ESPÚRIO de MARCELO NOCELLI


QUARTA-FEIRA (25/11) Encontro de Saraus e Lançamento do livro do Sacolinha na Casa das Rosas. 

Na próxima quarta-feira acontece na Casa das Rosas o lançamento da 2º edição do Livro Graduado em marginalidade (editora Confraria dos Ventos) de Ademiro Alves (o Sacolinha). Também vai rolar um mega-encontro de Saraus... E o Sarau da Camarilha estará junto e misturado no evento. Veja a programação:

25/11 - quarta - 19h

Encontro dos Saraus
Lançamento da 2ª edição do romance
Graduado em Marginalidade

(1) 19h: Sarau Gambiarra (Poá)
(2) 19h15: Sarau Projecab (Itaim Paulista)
(3) 19h30: Sarau de Arte e Poesia. (Carapicuíba)
(4) 19h45: Poesia na Brasa (Vila Brasilândia)
(5) 20h00: Sarau Griots (Itaim Paulista)
(6) 20h15: Sarau Camarilha (Santana)
(7) 20h30: Sarau Cultural do Núcleo Educafro Clarice Lipsector (Guarulhos)
(8) 20h45: Sarau do Binho (Campo Limpo)
(9) 21h00: Elo da Corrente (Pirituba)
(10) 21h15: Récita Maloqueirista (Centro)
(11) 21h30: Pavio da Cultura (Suzano)
(12) 21h45: ZAP - Zona Autônoma da Palavra (Pompéia)
(13) 22h: Sarau da Casa (Centro)



Escrito por Marcelo Nocelli às 16h03
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24/11 – terça – 18h
Sarau do Metrô Santa Cecília

Homenageado:
Vlado Lima – Sarau Sopa de Letrinhas

A Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura realizará, de agosto a novembro, saraus mensais no Espaço Cultural da Estação Santa Cecília do Metrô. A cada mês, os poetas Frederico Barbosa e Rui Mascarenhas apresentarão um sarau aberto ao público, sempre homenageando um “Ponto de Poesia” e seus representantes.
 
Nesses “Pontos”, espalhados por toda grande São Paulo, ocorrem intensos encontros literários organizados pela própria comunidade. Pontos esses mapeados, ao longo de três meses, pela POIESIS. O último encontro do ano acontece agora, próxima terça, e homenageia o Sarau Sopa de Letrinhas, à frente, o incansável, grande músico e Poeta Vlado Lima.
Vlado Lima – Sarau Sopa de Letrinhas

O SOPA DE LETRINHAS (O SARAU DO CAIUBI) é uma festa chacriniana com muita música, poesia e bom humor. Acontece uma vez por mês, sempre na última sexta-feira. Músicos, intérpretes, compositores, poetas e performers dos mais variados estilos apresentam suas criações para uma plateia incrivelmente atenciosa e participativa. O público presente no evento participa lendo poemas do poeta homenageado da noite e concorre a vários prêmios. No final do evento, é servida (na faixa) uma deliciosa sopa (de letrinhas).



Serviço:
Sarau do Metrô Santa Cecília
Espaço Cultural do Metrô Santa Cecília Metrô
Santa Cecília – Pça Mal. Deodoro
Próximo às catracas.

Poiesis
Organização Social de Cultura
 
Casa das Rosas
Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura

SPEL
"São Paulo: Um Estado de Leitores"
Tel.: (11) 3331-5549 9225-2580

 



Escrito por Marcelo Nocelli às 14h17
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18/11 - quarta - 19h
II Encontro com A Poesia Urbana
Saraus Literários – da Periferia para o Centro

O objetivo é conhecer a produção de saraus organizados em vários pontos da cidade de São Paulo e discutir a importância da manifestação dos artistas da periferia, mostrando que ela tem voz e que essa voz também é poética. Para conhecê-la e reconhecê-la como uma autêntica manifestação literária nacional, é preciso não apenas ir à periferia, como também trazer a periferia para o centro.

Poetas e Participantes:

Allan da Rosa é poeta e dramaturgo. Historiador e arte-educador em cultura africana e afro-brasileira. Um dos pioneiros no movimento de literatura periférica contemporânea. Organizador do selo independente "Edições Toró" e integrante do grupo de Capoeira Angola Irmãos Guerreiros, em Taboão da Serra/SP. Autor de "Vão" (poesia, 2005), "Da Cabula-istoria pa tiatru" (dramaturgia, 2006), "Morada" (fotografia, ensaio e poesia, com Guma, 2007) e "Zagaia" (romance versado, juvenil, 2008) e participante de várias antologias e coletâneas.

Robson Padial (Binho). O ponto de leitura Bar do Binho existe desde 1997, promovendo encontros eventuais ligados à literatura cujo objetivo é a inclusão de crianças, jovens e adultos, incitando-os à iniciação e à prática do ato da leitura e da composição de textos. Em março de 1999, Robison Padial lançou seu primeiro livro, “Postesia”, e passou a reunir poetas e declamadores da comunidade de Campo Limpo, região sul de São Paulo, em um evento que se repete toda segunda-feira, com a participação de cerca de cem pessoas, e que ficou conhecido como Sarau do Binho.

Marcelino Freire nasceu em 1967, em Sertânia, PE. Vive em São Paulo desde 1991. É um dos principais nomes (e divulgadores) da nova geração de escritores brasileiros, designada “Geração 90”. Escreveu, entre outros, “Contos Negreiros” (Prêmio Jabuti 2006) e “RASIF - Mar que Arrebenta”, ambos publicados pela Editora Record. Vários de seus contos foram adaptados para teatro e traduzidos para outros países. Em 2004, idealizou e organizou a antologia “Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século” (Ateliê Editorial). É o criador da Balada Literária, evento que, desde 2006, reúne anualmente quase uma centena de escritores, nacionais e internacionais, no bairro paulistano de Vila  Madalena. Mantém o blog eraOdito, apontado em recente pesquisa da revista “Bula”, como um dos 20 blogs mais influentes da rede.

Marcelo Tápia (Tietê, SP, 1954) é poeta, tradutor e professor. Publicou, entre outros, os livros “Primitipo” (1982), “O bagatelista” (1985), “Rótulo” (1990), “Livro aberto” (1992), “Pedra volátil” (1996), “A forja – alguma poesia irlandesa contemporânea” (tradução, 2003), “Lumes – antologia de haikais de Pedro Xisto’ (apresentação, organização e notas, 2008) e “Os passos perdidos”, de Alejo Carpentier (tradução, 2008). Tem publicado poemas e artigos em diversos periódicos, como “Cadernos de literatura em tradução” (da FFLCH-USP), “Cult’, “Coyote”, “Zunái”, “Errática” e “Et Cetera”; é editor da revista on-line de literatura “Mnemozine’. Graduado em Português e Grego pela FFLCH-USP, realizou estudos de pós-graduação em Semiótica, Linguística, Letras Clássicas, Teoria da Tradução e Teoria Literária. É diretor do museu Casa Guilherme de Almeida, em São Paulo, no qual organiza um Centro de Estudos de Tradução Literária.

Rui Mascarenhas (Salvador, 1962). Poeta, fotógrafo e agitador cultural; coordenador de eventos junto à Poiesis (http://www.poiesis.org.br/), onde trabalha em projetos de aproximação e incentivo à leitura, como Pontos de Poesia; PraLer no Centro; PraLer Ampliando Horizontes da Cidadania; Sarau São Paulo e Sarau do Metrô, em São Paulo. Autor do livro "MEIOHOMEM - Eternidade, meu canto que fica!" (2007). Em 2008, participou da I Bienal de Poesia Internacional de Brasília, tendo alguns de seus poemas publicados na antologia "Poemário", editada pela Biblioteca Nacional de Brasília (2008); “Santo Largo Treze” (2008, Dix Editorial – Annablume); e “Revista Não Funciona” (2008).

Direção e Coordenação do Evento:

Maurício Pedro da Silva é Professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira no Centro Universitário Nove de Julho (Uninove), em São Paulo, com doutorado e pós-doutorado em Letras Clássicas e Vernáculas pela Universidade de São Paulo; membro da American Association of Teachers of Spanish and Portuguese (University of Northern Colorado), da Brazilian Studies Association (University of New Mexico), da Modern Language Association (New York) e outras associações nacionais e estrangeiras; autor dos livros: “O Pensamento Dominado. Estrutura e Prática do Texto Dissertativo” (Plêiade, São Paulo, 1998), “Sentidos Secretos. Ensaios de Literatura Brasileira” (Altana, São Paulo, 2005) e “A Hélade e o Subúrbio. Confrontos Literários na Belle Époque Carioca” (São Paulo, Edusp, 2006).



Escrito por Marcelo Nocelli às 11h44
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Marcelino Freire avisa: A Balada Literária está chegando...

DE 19 a 22 DE NOVEMBRO DE 2009


Autor homenageado:
João Silvério Trevisan

 

A BALADA LITERÁRIA chega ao quarto ano e comemora em grande estilo. E com grande literatura. É quase uma centena de artistas, nacionais e internacionais, em mesa de debate, em mesa de bar, no palco, trocando ideias, festejando lançamentos.

O homenageado desta edição é o escritor paulistano JOÃO SILVÉRIO TREVISAN (foto), que acaba de lançar, pela Editora Record, o romance Rei do Cheiro.

Desta vez, de 19 a 22 de novembro, estarão na Vila Madalena Mário Prata, João Gilberto Noll, Marcelo Coelho, José Luís Peixoto, Francisco Alvim, Márcio Souza, Reinaldo Moraes, Raimundo Carrero (que também coordenará uma oficina de criação), Michel Melamed, Lira Neto, Chacal, etc.

Na sexta, 20 de novembro, haverá, no auditório do SESC Pinheiros, um show com o jovem pianista pernambucano Vitor Araújo e com os cantores Fabiana Cozza e Rubi, numa homenagem ao Dia da Consciência Negra e aos 50 anos de carreira de João Ubaldo Ribeiro, que aparecerá na RESSACA LITERÁRIA, que sempre acontece logo após a Balada (veja programação a seguir).

Também, no domingo, dia 22, está programada uma mesa em homenagem a Lygia Fagundes Telles, marcando o relançamento de toda a sua obra, iniciado este ano.

Para ver a programação completa, acesse: http://baladaliteraria.zip.net



Escrito por Marcelo Nocelli às 09h06
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AMANHÃ É DIA DE SARAU DA CAMARILHA - O último do ano. E o lançamento do meu novo livro: O Corifeu Assassino, continua...



Escrito por Marcelo Nocelli às 12h16
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PRA SEMANA...

Convido todos os amigos, leitores e visitantes do Blog para o lançamento e noite de autógrafos do meu novo livro:

  Na LIVRARIA DA VILA

  Rua Fradique Coutinho, 915

  Vila Madalena - São Paulo - SP

 

  Dia 12/11/2009

  Das 18h30 às 21h00

 

  O Corifeu assassino

  Marcelo Nocelli

  LCTE Editora

  N. de pág. 138

  Preço de capa: R$ 22,00

 

 

E no sábado (dia 14) tem o 8º Sarau da Camarilha - o último de 2009.

 



Escrito por Marcelo Nocelli às 09h50
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cronicando...

O perigo que ronda as festas de empresas.

 

           

         O final do ano está chegando. E com ele as festas. Festas em família, ceias de natal e ano novo, festas de encerramento do ano letivo nas escolas, formaturas, festas das mais variadas. Sabemos que o brasileiro adora uma festa. Temos o hábito de fazer festa por qualquer que seja o motivo. Para aqueles que duvidam que alguns brasileiros possam fazer festa até em velório, temos o exemplo do ator e compositor Mário Lago, falecido em 31 de maio de 2002. A seu pedido, ainda em vida, claro, os filhos, amigos e parentes, organizaram uma festa com muita música, cerveja e roda de samba. A festa rolou da madrugada do dia 31 até à tarde do dia 1º de junho, quando foi realizado o enterro ao som da Bateria da Mangueira, tudo exatamente como pediu o compositor. Mas voltando as festas de final de ano, temos dentre todas essas festas, as festas de empresas. E é sobre essas festas que gostaria de falar. Achei que poderia escrever sobre isso, como uma maneira de alertar, e até aconselhar os mais jovens ou inexperientes nesses perigosos eventos. Falo por experiência própria. Já vi e até vivi experiências desagradáveis. Se não houver controle, os excessos podem manchar, para sempre, sua imagem pessoal e profissional perante os chefes e os colegas de trabalho.

         Há muito tempo, no meu primeiro emprego (como office-boy) numa agência de publicidade, cometi a imprudência de exagerar na bebida. Esse é sem dúvida o maior perigo, pois diferente de outras festas, nesse caso não se pode chegar na segunda-feira e botar a culpa na bebida. Explicações do tipo: “Eu estava bêbado” ou “Não me lembro de nada do que faço quando bebo.” Isso poderia levar a chefia a pensar que você é um alcoólatra ou no mínimo um bebedor irresponsável e, claro, isso colocará o seu emprego e a sua reputação em risco. Pois bem, voltando ao ocorrido; depois de algumas horas de festa, quando todos já estavam mais descontraídos, resolvi tirar uma das mulheres da empresa para dançar. A escolhida, não só pela beleza, mas também pela simpatia com que tratava todos os funcionários (inclusive os Office-boys) foi a secretária da diretoria. Mesmo passados vinte anos, lembro-me até hoje do simpático sorriso de Rosa ao aceitar a dança. No início correu tudo bem. As coisas começaram a desandar quando a música acabou e eu insisti, ou melhor, praticamente obriguei a jovem senhora a dançar mais uma. Achei que era chegado o momento, colei meu rosto ao dela e, em seu ouvido, sussurrei coisas do tipo: “Você é a mulher mais bonita da agência. Sei que você é uma mulher de diretoria, mas daria tudo para passar o resto da noite com você.” Como se já não bastasse, continuei: “O que acha de sairmos daqui para um lugar mais tranquilo?” Entre outras coisas que não caberia escrever aqui. Bem, o resultado foi lastimável, com toda sua simpatia Rosa desvencilhou-se educadamente de meus braços e foi se proteger atrás do Gerente de Criação. Segredou algo em seu ouvido e em pouco tempo outros gerentes e até o diretor estavam ao seu lado, todos olhando em minha direção. Alguns poucos escondiam um sorriso irônico, mas a grande maioria estava visivelmente repreensiva. Claro que eu não estava em condições de entender o recado e minha maior preocupação naquele momento era evidenciar ao Gerente de Recursos Humanos meus méritos para um aumento salarial. Na segunda-feira, quando voltei ao trabalho, passei o dia todo tentando desviar de Rosa e dos gerentes pelos corredores da empresa. Na terça, pedi demissão. Não poderia conviver com a posição de enorme destaque que alcancei dentro da empresa.

         Tem também a história de um amigo meu, que durante todo o ano ressaltava em seus comentários o corpo escultural de uma amiga de trabalho. Quis o destino que ele sorteasse justamente a moça na brincadeira do amigo-oculto. Não teve dúvidas: comprou a lingerie mais sexy (e a menor) que encontrou. Passou tanto tempo escolhendo que chegou atrasado na festa, bem na hora da entrega dos presentes. Estava tão empolgado com o momento que nem prestou atenção a sua volta, mal agradeceu o presente que recebeu, e foi logo para o meio da roda. Fez todo o discurso enaltecendo as qualidades físicas da jovem e justificando o presente, e terminou com a seguinte frase: “Sei que provavelmente não a verei usar o presente, mas só imaginar já é o suficiente”. A festa era aberta a acompanhantes dos funcionários e alguns colegas de trabalho tiveram a difícil tarefa de conter o noivo da moça. Meu amigo teve que deixar a festa escoltado pelos seguranças da empresa sem nem mesmo assistir ao final da troca de presentes. Na segunda-feira a garota enviou uma carta de demissão.  

         É por essas e outras que digo: muito cuidado com as festas de empresa. Aqui vão algumas dicas: a primeira, não exagere na bebida. Esse item é muito importante, na maioria dos casos é a quebra desta regra que pode desencadear todas as outras gafes seguintes.  Não seja o contador de piadas; ou de casos tristes; muito menos chore ao abraçar alguém que você praticamente não trocou uma palavra durante o ano todo, dizendo que o ama profundamente; não tente ser o conquistador do pedaço; o eufórico; não fale alto com pessoas que estão do outro lado do salão. No caso de jantares, não faça pratos absurdamente lotados, daqueles que não deixam nem seu próprio nariz à mostra. Escolha presentes neutros, ou no mínimo adequados; e nunca... Nunca chegue perto do Vídeoke, a não ser que você seja um exímio cantor. Além do mais, em algumas ocasiões, um microfone pode se transformar numa perigosa arma.

Tomados os devidos cuidados, aproveite a festa em sua empresa. E aproveitando o teor da crônica:

E “Rosa, onde quer que você esteja, por favor, aceite minhas sinceras, atrasadas e envergonhadas desculpas”.

                   



Escrito por Marcelo Nocelli às 14h23
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DICAS de EXPOSIÇÕES

E por falar em exposição, para ler minha entrevista no Jornal da Cidade - CLIQUE AQUI.

Edgar Allan Poe em homenagem na Casa das Rosas

Teve início no sábado, dia das Bruxas, a instalação multimídia “Edgar Alone Poet”, uma homenagem ao bicentenário do poeta, um dos precursores da literatura fantástica moderna. A instalação estará aberta à visitação do público de 31 de outubro a 29 de novembro.

CASA DAS ROSAS

Av. Paulista, 37 - São Paulo - SP


Cora Coralina ganha mostra no Museu da Língua Portuguesa

“Cora Coralina – Coração do Brasil” é o tema da nova exposição do Museu da Língua Portuguesa. Com curadoria de Júlia Peregrino e cenografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara, a mostra entrou em cartaz no dia 29 de setembro e ocupa o saguão do segundo andar do museu.

Museu da Língua Portuguesa

Praça da Luz, S/N - Centro - São Paulo - SP


Última semana da mostra “Maestro das palavras”, Paulo Leminski.

Última semana da exposição no Itaú Cultural. O curador da exposição Ocupação Paulo Leminski: Vinte Anos em Outras Esferas  é Ademir Assunção. Em seu blog, Ademir escreveu sobre Leminski.

“Paulo Leminski escrevia o tempo, em qualquer lugar. Nas noitadas em São Paulo, escrevia com freqüência em guardanapo de bares. Nunca vacilava diante de uma intuição- coisa que ele aprendeu com o judô, como vivia repetindo. Depois vinha a carpintaria. Disciplinadíssimo, ele trabalhava diariamente em cima das anotações. Podia tomar o maior porre- no dia seguinte, às 9 horas, estava diante da máquina de escrever”.

Itaú Cultural

Av. Paulista, 147 - São Paulo - SP



Escrito por Marcelo Nocelli às 15h13
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Meu feriadão

 

O feriado de finados foi completamente morto, pelo menos pra mim que não viajei, não fui à praia, ao sítio. Fiquei em casa. Escrevendo, lendo, re-lendo e re-escrevendo. Não que isso seja de tudo ruim...  Mas confesso que não era a primeira opção nesse feriadão. No sábado resolvi sair, dar uma volta pela cidade. Péssima idéia. Uma dessas igrejas evangélicas inventou uma “marcha para Jesus” e o trânsito virou um inferno aqui na zona norte. Voltei para casa. Precisava terminar (começar) um texto específico. No domingo a ansiedade não me deixou fazer nada, esperei com aflição pelo jogo palmeiras X Corinthians. Pensei que dessa vez ganharíamos. Tive certeza quando o Marcos foi expulso e o Ronaldo converteu o pênalti. Empate. Ronaldo novamente. Empate. E terminou assim. Não foi dessa vez que quebramos o jejum de dois anos sem ganhar do palmeiras. Todas as cervejas que tomei pensando em comemorar só me fizeram dormir com dor de cabeça.  Na segunda (dia de finados) passei o dia todo esperando para ver se realmente viria a chuva. Secando a galera que foi para praia. Nada. Aquela tese de que todo dia de finados chove foi por água abaixo. E hoje tudo voltou ao normal. Trabalho. Textos. Aulas. Cerveja!

 

Mas... Vamos falar de algo mais interessante:

 

Na sexta feira começa a FreePorto

Matéria Publicada no Jornal do Commercio, 24 de out. de 2009.

Por Schneider Carpeggiani

O Coletivo Urros Masculinos realiza seu evento literário, de 6 a 8 de novembro, com a proposta de quebrar qualquer formalidade.

(Detalhe: não é a Fliporto... é a Freeporto mesmo).


“Eu não tinha dinheiro para publicar o meu primeiro livro de poemas, então decidi lançá-lo”, explica Artur Rogério, que forma com os escritores Bruno Piffardini e Wellington de Melo o clã Urros Masculinos. O que ele chama de lançar o livro é (literalmente) atirar o livro. “Eu pedi para Wellington selecionar 19 dos meus poemas. O título será Wellington mete o dedo. Inclusive vai haver alguém para medir a distância que o livro irá alcançar”, reitera. Cida Pedrosa, Samarone Lima, Gerusa Leal e Aldo Lins também estarão lançando.

Lançamento de livros é só uma das modalidades da primeira edição da Free Porto, festa literária (com tudo o que essa expressão abarca) que acontece entre os dias 6 e 8 de novembro em Recife, organizada pelo Urros Masculinos. “As pessoas fazem festa literária em que o público fica apenas olhando. O nosso evento é festa mesmo, com interação e ironia”, avalia Rogério.

Nessa festa, escritores lançam seus livros para bem longe, ensinam a fazer caipirinhas (Pedro Américo), reclamam dessa tal de inspiração (Raimundo Carrero), fazem consultas astrológicas (Gerusa Leal) e podem ser mediados pelo top performer Gera-Cyber.

A Free Porto foi montada para desmontar o tom formal que costuma cercar os eventos literários, a começar pelo nome, referência direta à Fliporto. “Não temos nada contra a Free Porto, achamos engraçada a iniciativa do Urros Masculinos. Só temos de apoiar quem incentiva a literatura”, comentou o organizador da Fliporto, Antonio Campos.

O Espaço Corpos Percussivos, na Rua da Moeda, será o QG dos principais debates, que contará com convidados como Ivana Arruda Leite, Marcelino Freire, Paulo Scott e o enfant terrible Santiago Nazarian, que fez um conto inédito para o festival – Você é meu Cristo Redentor. “Todos os convidados irão receber cachê, porque defendemos a ideia de que todo escritor merece receber pelo seu trabalho. Como não temos recursos, será um cachê simbólico, entre R$ 50 e R$ 100, dependendo da atividade do autor na Free Porto”, explica Artur. A primeira edição da festa foi orçada em R$ 15 mil. “Fizemos cotas de patrocínio e o leilão de manuscritos para reunir dinheiro para a festa”.

MAIS LANÇAMENTOS Durante a Freeporto, há quem lance livro para bem longe e quem o lance no sentido tradicional do termo. É o caso da pouco tradicional escritora Lucila Nogueira, que lança (no sentido de autografar) seu primeiro inédito de poemas em cinco anos, Casta maladiva. “São poemas quase emo”, explica Lucila. A obra conta com versos como: “eu estando em Recife/ aprendi a ser virgem/ a sustentar sozinha/ meu corpo hieroglífico/ prazer físico e onírico/ de casta maladiva/ doze anos contido/ numa caixa de vidro/ doze anos perdidos/ o trauma de uma vida/ os dois na mesma casa/ como irmão e irmã/ ó minha terra intacta/ água de maré alta/ que unicórnio sagrado/ procura o teu regaço”.

Outro lançamento é a antologia Versão zero, reunindo 10 escritores inéditos e/ou que começaram a publicar nesta década. O livro traz poemas e contos de Adélia Coelho, Amanda Moraes, Artur Rogério, Helder Herik, Wellington de Melo, Artur Lins, Bruno Piffardini, Cristhiano Aguiar, Fernando Farias e Jean Santos.

É ISSO AI!



Escrito por Marcelo Nocelli às 18h43
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CONTO NOVO

Amanhã, outro dia.

 

        Como sempre ele acordou cedo. Abriu a janela e contemplou o cenário que a cada dia se alterava um pouco. Tão pouco que só se dava conta, espantado, no final de cada ano. Tomou seu café e foi até o portão, como fazia todos os dias para ver as mudanças. Era uma casa antiga que desaparecera, uma nova que se erguera. Vizinhos desconhecidos. Novos transeuntes. Asfalto. Mercearia. Armarinho. Açougue. Mercado. Calçamento. Caminhões. Carros. Ônibus. Lojas. Escritórios. Prédios residenciais. Comerciais. Supermercado. Por fim se tornou vizinho de uma churrascaria da qual acabou ficando amigo dos manobristas e garçons.

Naquele dia, há pouco mais de trezentos metros, começavam as obras de um grande Shopping. Espantou-se com o barulho da construção. Nunca vira tanta gente trabalhando numa mesma obra. Caminhões que faziam o cimento na hora. Pela primeira vez viu um helicóptero de perto. Mas seu espanto era pequeno, se comparado ao dos operários novos que por ali chegavam e se deparavam com aquele senhor apurado de chapéu, bengala e relógio de bolso, parado em frente ao casarão centenário, único remanescente de um tempo em que os vizinhos mais próximos moravam a algumas centenas de metros, mas pareciam muito mais juntos uns dos outros.

        No imenso quintal: pomar com jabuticabeira centenária, mangueira, goiabeira e dois limoeiros de onde, até hoje, ele colhia os frutos para a caipirinha aos sábados. Ao lado do pomar, um galinheiro vazio, assim como o chiqueiro totalmente desabitado, de onde não restara nem o olor de outrora. No fundo, o poço com a bomba manual enferrujada, agora sem uso, testemunhava a força do braço fraco apoiado no portão de madeira. O olhar cansando, fraco e firme iam longe. Os olhos enxergavam em detalhes as modificações em cada metro quadrado daquela rua. O pensamento via como eram antes, quando se conheceu por gente nesse mundo. Só sobrara sua casa. Ele não entendia como isso era tão assombroso aos olhos alheios.

        A casa foi construída por seu pai, assim que chegou da Itália. Poucos anos depois, ele nasceu. Filho único, mas cheio de irmãos que chegavam e saiam. Apareciam e sumiam. Naquele quintal deu seus primeiros passos. Andou. Correu. Subiu em árvores. Caiu. Machucou. Chorou. Curou-se. Sorriu. Ali descobriu a mocidade. Jurou mentiras. Desdenhou de verdades. Sofreu. Perdoou e ofendeu. Ali pediu e agradeceu. Plantou. Colheu. Naquele quintal enterrou tesouros, besouros, brinquedos e muito mais tarde, seus pais. Nunca se casou, apesar de tantas namoradas. Como ele mesmo dizia: Opção. Não dele, do destino.

        Naquela sala, em companhia das suas lembranças, fez festa, dançou, bebeu, amou, brigou. Fez novena, quaresma. Ceiou nos dias de natal. Pulou carnaval. 

Apesar de tantas propostas, nunca vendeu a casa. Jamais cedeu as pressões dos grandes negociantes. Não os recebia nunca. Quando se aproximavam se fazia de caduco, o que era, além de tudo, sua diversão mais assídua nos últimos anos.

Naquela tarde um homem de terno e gravata, como tantos e tantos outros, parou diante dele, pediu um e-mail para enviar uma proposta tentadora. Ele não respondeu, nem seu deu ao trabalho de perguntar o que aquele homem quis dizer.

Naquela noite recebeu uma mensagem. Era seu coração. Sabia. Tinha certeza.

Naquela noite trancou a porta, como em todas as outras. Mas dessa vez não guardou a chave na caixinha de música, herança de sua mãe. Naquela noite guardou a chave no bolso, junto ao relógio.

Naquela madrugada vestiu seu melhor terno. Preparou um jantar especial no fogão de lenha. Abriu a única, porém, a melhor garrafa de vinho e tomou-a até o fim.



Escrito por Marcelo Nocelli às 16h28
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E.m.i.c.i.d.a. faz dois shows no Centro Cultura São Paulo

Emicida e Banda Labirinto se apresentam na programação do “Shows às 18h30 e às 12h30″, no Centro Cultural São Paulo, HOJE, quinta, dia 29. Os shows integram o projeto “Outubro Independente”, que ocorre em diversos espaços da Secretaria de Cultura. A entrada é franca.

E se por acaso você não sabe quem é Emicida - Ele é um dos MCs mais respeitados da atualidade, com projeção internacional, e é aqui da nossa área, Tucuruvi - ZN.

Coincidentemente nascido em 17 de agosto a mesma data de nascimento do compositor candeia ( uma de suas influências) Leandro Roque de Oliveira ou emicida , rima desde que se recorda. A principio com amigos por hobby, depois em torneios pelo pais para mostrar suas habilidades e hoje em diversos shows para através de sua música, fazer com que as pessoas se sintam bem e assim busquem melhoras em suas vidas. O interesse pela música vem do final dos anos 80 , época em que seus pais auxiliavam na organização dos saudosos "bailes black de quebrada", os equipamentos ficavam todos guardados em sua casa durante o dia, pick-ups, caixas de som, etc. Mesmo sem entender muito emicida olhava admirado para aquela parafernália, sentindo-se maravilhado quando tudo era ligado e o baile começava. Naquela época as pessoas cantavam, dançavam e voltavam do baile como se recém saidos de uma celebração e realmente era isso. Esssa é a missão de emicida, através de sua música fazer as pessoas cantarem como não se canta mais... A sigla e.m.i.c.i.d.a. quer dizer "Enquanto Minha Imaginação Compor Insanidades Domino a Arte". E tem sido bem sucedido em sua missão em todos os lugares que vai , bons exemplos foram os shows em locais como SESC Santo Amaro, CLASH ,Galeria Olido, Itaú Cultural, Rinha dos MCs, Festival Beneficente do Jardim Jangadeiro, Teatro Odisséia (RJ), Casa do Hip Hop de Diadema,espaço rio scenarium (red bull music academy info sessions ),Casa rosa, Galeria Severo 172, Club Six, Fundição Progresso, Cervejaria Melt (Festival Humaitá pra Peixe) Hole Club, CEU Alvarenga, O Germinal, Festival Beneficente do Recanto Verde, Canal wohoo! (Telefonica), Sinergia para Vencer (MC Donalds e Hotel Bourbon - Atibaia), Zoeira Hip Hop, Rua SP (PMSP),FLIGHT (São José dos Campos) Torneio de Street Ball de Guarulhos e Clube do Hip Hop (Usina paulistana de artes),entre outros. E ao lado de artistas do porte de: MamaCuca, Célula S.A. e Central Acústica, dos DJs KL jay (racionais mcs),dj cia (RZO) , DJ Fabio Feter, DJ Erry-G, DJ Juan (marechal,dichinelo), DJ Marco (central acústica , CEU), DJ Tamenpi, DJ Dan Dan, DJ Zinco, e dos MCs: Marechal, Gutierrez, Akira, Kamau, Slim, Max B.O., Criolo Doido, Ralph, Aori, Iky Castilho, Moska, Lenda,função RHK, MV Bill,etc. sua capacidade de improviso o projetou para o mundo e o tornou um dos mc’s mais respeitados da atualidade, tendo em sua história titulos como a Batalha de MCs da Santa Cruz (evento realizado nas ruas de São Paulo pela Afrika Kidz Crew) por onze vezes consecutivas , e, também, foi campeão da Rinha dos MCs (promovida pelo Time do Loko e Criolo Doido) por doze vezes, feito que o levou a se tornar detentor permanente do cinturão da rinha e do "Galo de Ouro" , uma espécie de troféu concedido àquele que vencesse a batalha da semana, e foi considerado o MC do ano pelo público da festa. Recentemente, foi vencedor da Liga dos MCs em 2006, no Rio de Janeiro, promovida pela Brutal Crew. Hoje após o numero impressionante de exibições no site you tube (aproximadamente um milhão e 500 mil) emicida acredita possuir maturidade o suficiente para definir o rumo de seus passos e o destino de seu trabalho iniciado com seu novo disco que é vendido a R$ 2,00 pelo próprio MC, e a aceitação é assustadora por parte dos fãs e amantes da boa música e da cultura da rua e não pelo valor, mas pela qualidade. 



Escrito por Marcelo Nocelli às 17h27
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Blogues para visitar...


Pois bem... Ontem queria ter ido ao Sarau do metrô em homenagem ao Sacolinha. Não deu. O trabalho vem me maltratando, e já faz algum tempo. Aquela velha história: muito trabalho, pouco dinheiro. Mas não vou ficar me lamentando aqui só porque não sei exatamente sobre o que falar... Quando cheguei em casa, embrenhei-me na Internet para ver alguns vídeos e entrevistas; a do Moacyr Scliar falando sobre o seu último livro Manual da paixão solitária - prêmio Jabuti 2009 - melhor romance – (que pode ser vista clicando aqui) – melhor que a entrevista, só o próprio livro; Tensão familiar, amores contidos, intriga, traição, humor e sexo. E tudo isso retirado de uma passagem bíblica. Mais especificamente, do capítulo 38 do Gênesis, do Antigo Testamento, só que relido pelos olhos do escritor que, romanceia o episódio em que o patriarca Judá tenta dar continuidade à sua linhagem. Para reavivar a passagem, Scliar traz a história para uma discussão nos dias de hoje.

 Depois fui visitar os blogues que gosto. (Os que estão ai do lado). Saber a quantas anda a organização da Balada Literária 2009 (Evento organizado pelo escritor Marcelino Freire). Vi as novidades sobre os saraus de São Paulo no Pontos de Poesia... Li textos novos de Ivan Antunes e o belo trabalho do Eliéser Baco que fez uma comparação entre a literatura infantil e literatura adulta de Chico Buarque com as obras de título, Budapeste e Chapeuzinho Amarelo. E por fim entrei no blogue do Mário Bortolotto; tenho que confessar, virei fã, sou leitor assíduo do “Atire no dramaturgo” porque o Mário não escreve só textos publicáveis, nem mesmo só sobre suas peças teatrais, livros... Ele fala da sua banda de blues, ele fala das suas peças, mas fala também de suas alegrias, de suas angustias e fala de seus porres. O blogue do cara é um diário, é o seu dia a dia para ser acompanhado mesmo, como novela... Mas não porque ele quer se expor... Nem precisa disso... Só que com muito mais realidade... Com muito mais tesão. E não pense que é algo como um Big Brother, não. O cara fala o que tem vontade e manda ver nas suas opiniões, sem se preocupar com o resto do mundo. Essa é realmente a verdadeira idéia do blogue, pelo menos era isso no começo. Querem saber de mim: então ta! É isso... isso... e isso... Talvez isso explique o grande volume de acessos e a fidelidade dos que acompanham seu blogue. Quanto as minhas visitas: acho que também tem a ver com me identificar com o cara: não por qualquer arte: teatro, livros, etc... Mas porque ele descreve suas noitadas, suas ressacas, suas intermináveis partidas de sinuca... Essas coisas, que como diria um amigo meu, Ronaldo Capeta: “Só sabe  e entende quem é igual nóis

 



Escrito por Marcelo Nocelli às 12h54
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HOJE 27/10 – terça – 18h

Sarau do Metrô Santa Cecília em homenagem ao Sacolinha

A Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura realizará, de agosto a novembro, saraus mensais no Espaço Cultural da Estação Santa Cecília do Metrô.

A cada mês, os poetas Frederico Barbosa e Rui Mascarenhas apresentarão um sarau aberto ao público, sempre homenageando um “Ponto de Poesia” e seus representantes.

Nesses “Pontos”, espalhados por toda grande São Paulo, ocorrem intensos encontros literários organizados pela própria comunidade. Pontos esses mapeados, ao longo de três meses, pela POIESIS.

O terceiro evento acontece agora, nesta terça, e homenageia os Saraus do Pavio da Cultura e Fogueira, Literatura e Pipoca, à frente, a mil, o agitador cultural e poeta Sacolinha:



Ademiro Alves (Sacolinha) tem 25 anos, nasceu na cidade de São Paulo e é formado em Letras pela Universidade de Mogi das Cruzes. É escritor, autor do romance “Graduado em Marginalidade” (2005) e do livro de contos “85 Letras e um Disparo” (2007) em sua 2ª edição pela Global editora.


Atualmente trabalha como Coordenador Literário da Prefeitura de Suzano e administra o Centro Cultural Boa Vista, em Suzano, onde acontecem os dois Saraus.

Blog do Sacolinha: http://www.sacolagraduado.blogspot.com/
Serviço:
Sarau do Metrô Santa Cecília
Última terça-feira do mês, às 18 horas.


Local:
Espaço Cultural do Metrô Santa Cecília
Metrô Santa Cecília
Pça Mal. Deodoro
Próximo às catracas.


Programação:
25.08.09 - terça - Sérgio Vaz – Sarau da Cooperifa – Jd. São Luís
29.09.09 - terça - Robson Padial – Sarau do Binho - Campo Limpo
27.10.09 - terça - Sacolinha – Sarau Pavio da Cultura e Fogueira, Literatura e Pipoca - Suzano
24.11.09 - terça - Vagner Sampaio – Sarau Poesia na Brasa.


Escrito por Marcelo Nocelli às 09h49
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"O corifeu assassino"

O lançamento do meu novo livro "O corifeu assassino" acontece no dia 12/11/2009 das 18h30 às 21h00 na livraria da Vila - Fradique Coutinho, 915 - Vila Madalena. Estão todos convidados.

Para ler o primeiro capítulo CLIQUE  AQUI.

 



Escrito por Marcelo Nocelli às 10h30
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Beto Guedes no palco do Sesc Santana

No repertório, melodias de seu CD Em Algum Lugar e clássicos de sua autoria, como Sol de Primavera, Amor de Índio e O Sal da Terra...

A turnê do compositor e cantor de MPB Beto Guedes volta a São Paulo nos dias 24 e 25 de outubro, sábado às 21h e domingo, às 19h30, no Teatro do SESC Santana. O cantor mineiro dividirá o palco com uma afinada banda, composta pelos músicos Neném (bateria), Adriano Campanhani (baixo), Alexandre Lopes (guitarra) e Cláudio Faria (teclado).

Em seu repertório, músicas do CD Em Algum Lugar, lançado em 2004 pela Sony, como Até Depois (Luis Guedes/Paulo Flexa/Thomas Roth) e O Amor por Nós, versão de Beto Guedes e Tadeu Franco para a canção de Jimmy Webb. Além dessas, Sonhando com o Futuro (Cláudio Venturini/Lô Borges) e Maria Solidária (Milton Nascimento/Fernando Brant), que fizeram parte de trilhas sonoras de novelas globais. Claro que não faltarão os clássicos de sua autoria, como Sol de Primavera, Amor de Índio e O Sal da Terra.

Paralelo à turnê de shows, Beto Guedes prepara o projeto Outros Clássicos, que será gravado em Belo Horizonte, no final do ano, em formato inovador e democrático. O músico conta com a participação dos fãs para a escolha do repertório. Na sua página da internet, foram selecionadas algumas de suas canções, e o público ajudará a escolher o repertório que será gravado no CD e DVD.

Sobre Beto Guedes

Nascido dia 13 de agosto de 1951, em Montes Claros, o cantor e compositor de MPB começou sua carreira muito cedo. Aficionado por Beatles, seus primeiros conjuntos musicais tocavam covers da banda. A partir de 1969, Beto começa a trabalhar com Lô Borges e a participar de festivais, fazendo parcerias também com Milton Nascimento, Márcio Borges e Ronaldo Bastos. Lançado pela ODEON em 1986, o LP ALMA DE BORRACHA ultrapassa a marca de 200 mil cópias vendidas, recorde em sua carreira, e lhe rende o primeiro Disco de Ouro. Beto possui 16 discos, além de 4 coletâneas e é compositor de diversos clássicos da MPB. Atualmente está com o projeto Outros Clássicos, que será gravado em dezembro de 2009.

Para roteiro:

Show Beto Guedes - Dias 24 e 25 de outubro de 2009, Sábado, às 21 horas e domingo, às 19h30 no Teatro SESC Santana. Músicos: Neném (bateria), Adriano Campanhani (baixo), Alexandre Lopes (guitarra) e Cláudio Faria (teclado).  Classificação indicativa: 12 anos. Ingressos: R$ 5,00 a R$ 20,00. Duração: 80 minutos. Capacidade: 349 lugares.

SESC Santana - Avenida Luiz Dumont Villares, 579. São Paulo - SP. Horários de funcionamento: De terça a sexta, das 13h às 21h. Sábados, domingos e feriados: das 10h às 18h. Informações: (11) 2971-8700. Capacidade do teatro: 349 pessoas. Estacionamento - Taxas: Matriculados no SESC: R$ 3,50 a primeira hora e R$0,50 - a cada hora adicional // Não matriculados no SESC: R$7,00 a primeira hora e R$1,00 - a cada hora adicional  // Para atividades no Teatro: Preço único: R$ 3,50 para matriculado e R$ 7,00 para não matriculado www.sescsp.org.br, e-mail: email@santana.sescsp.org.br



Escrito por Marcelo Nocelli às 18h09
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